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Métricas e Indicadores – conheça as diferenças

Stonner 1 Comentário 29.01.18 1575 Vizualizações Imprimir Enviar

Métricas e Indicadores – saiba a diferença: Métricas, indicadores, são termos muito frequentes no jargão empresarial, porém muitas vezes confundidos. Já publicamos aqui no Blogtek diversos artigos sobre o que são os KPI (Key Performance Indicators) e sobre como escolhê-los (Dicas e Pegadinhas para selecionar KPI’s). Há alguns artigos sobre indicadores específicos para a área de manutenção (OEE e Backlog) e gestão de projetos (Metodologia dos Portões – Indicadores). Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Métricas e Indicadores – conceitos

Métricas são valores brutos, quantitativos, medidos de forma absoluta, portanto não utilizado para fins comparativos. Por exemplo, 20.000 barris de petróleo, 1.200 peças produzidas, 600 quilômetros, 200 produtos vendidos. Estes são exemplos de métricas, ou seja, o resultado de medidas.

Indicadores são valores relativos, normalmente expressos na forma de uma taxa (frequentemente na forma de porcentagem), os quais permitem comparações. Exemplos: 20.000 bpd (barris por dia), 1.200 peças por mês, 600 km/h, aumento de 25% nas vendas de um produto.

Métricas e Indicadores – KPI’s

Obviamente, em qualquer organização é possível levantar centenas de métricas e estabelecer dezenas de indicadores. Porém nem todos indicadores servem como suporte para processos decisórios.

Cabe à gerência definir quais indicadores são relevantes para o negócio, quais permitem adequadas análises e decisões. A estes damos o nome de Indicadores Chave de Desempenho  (KPI’s – Key Performance Indicators). Devemos procurar que estes indicadores sejam SMART.

Specific: melhorar a manutenção da empresa não é nada específico.

Measurable (mensurável): atingir 100% de disponibilidade dos equipamentos críticos – é mensurável, mas é realizável?

Achievable (atingível): aumentar a disponibilidade do equipamento X em 5% (é específico, mensurável, e admitamos que seja alcançável).

Relevant: aumentar a disponibilidade da bomba de água do prédio administrativo é específico, mensurável, alcançável, mas será relevante para sua indústria?

Time based: aumentar a disponibilidade da bomba de carga da unidade de destilação em 5%, dentro de um ano – é específico, mensurável, atingível, relevante, e tem prazo.

Métricas e Indicadores – cuidados

Peter Drucker, um dos maiores gurus da Administração Moderna, afirmou que “Não se pode gerenciar o que não pode ser medido”.

A partir daí diversas empresas investiram pesado nas métricas e indicadores, porém frequentemente incorrem no erro do exagero. Muitos gerentes operacionais perdem mais tempo gerando dados para relatórios e obtenção de métricas e indicadores, do que realmente gerenciando as operações. É difícil estabelecer parâmetros, porém é bom senso estimar que um gerente NÃO deve usar mais de 30% de seu tempo nestas atividades.

Métricas e Indicadores – metas

Uma vez selecionados os KPI’s, podem ser estabelecidas METAS, ou seja, estabelecer objetivos a serem atingidos, muitas vezes usando as melhores referências de mercado (Benchmarking).

Notem que ao transitarmos pelos conceitos de Métricas, Indicadores e Metas, estamos subindo no chamado triângulo de Robert Anthony, algumas vezes já mencionado aqui no Blogtek:

Métricas e Indicadores

Métricas e Indicadores, e o triângulo de Robert Anthony

Semanalmente, publicamos novos artigos aqui no Blogtek, sobre Liderança e Gestão, Gerenciamento de Projetos, Gestão da Manutenção. Também semanalmente publicamos um vídeo, os quais podem ser acessados em youtube.com/c/Blogtek. Para manter-se informado sobre os próximos artigos, cadastre seu e-mail em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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