Gerenciamento de Projetos

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Métodos para a solução de problemas

Métodos para a solução de problemas – resolver problemas é o cotidiano de todo gestor, e mesmo pessoas físicas. Obviamente, cada um de nós tem seus próprios métodos, aplicáveis à maioria dos problemas. Porém, há uma gama de problemas, de maior porte, maior complexidade, impactos mais significativos, os quais demandam que seja utilizada uma ferramenta adequada.  Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

Métodos para a solução de problemas – algumas opções

Há muitas opções, muitas delas já vistas em artigos anteriores aqui no Blogtek: Causa Básica, 5 porquês, PDCA, What if.

Breve apresentaremos com detalhes mais alguns métodos, ferramentas, para solução de problemas. Porém, é necessário identificar que há diferentes tipos de problemas, e diferentes abordagens:

Abordagem reativa: o problema é detectado, e, dependendo de sua magnitude, é adotada uma ferramenta para sua solução, envolvendo uma equipe multidisciplinar. Poderá ser adotado o 8-D (método que iremos abordar em próximos artigos), análise de causa básica, FMEA.

Abordagem pró-ativa: antes que surja um problema, o acompanhamento de um indicador (KPI) sinaliza que algo errado pode vir a ocorrer, ou já está em formação. Poderão ser adotadas ferramentas tais como What-if, Critical to Quality, Appreciation – so what?

Abordagem rotineira: pequenos problemas do dia-a-dia podem ser resolvidos de maneira expedita através de técnicas tais como: Brainstorm, PDCA, 5 porquês.

Tenham em mente que isto NÃO é um receituário, tipo, deixe me ver que técnica aplicar: faz parte da solução do problema avaliar, dentre as várias ferramentas disponíveis, qual ou quais (porque podem ser usadas em conjunto) aplicar.

Métodos para a solução de problemas – quais dificuldades para a solução?

  • Descrição inadequada do problema: muitas vezes o problema não é descrito adequadamente, o dificulta o foco. Um exemplo bem humorado é dizer que “Meu problema é a falta de dinheiro“. Este não é o problema, isto é a consequência de “Não ter meios (ou capacitação) para gerar renda“.
  • Pressa na solução: eficiência, e mais, eficácia, não significa necessariamente pressa. Há que se trabalhar com afinco, diligentemente, mas sem atropelar o tempo requerido para uma análise adequada.
  • Pouca participação da equipe: a equipe deve estar motivada, engajada, comprometida para obter a solução do problema. Cabe à alta administração criar condições para que a equipe esteja, de fato, motivada. E isto não passa, obrigatoriamente, por salários. Leia os Fatores de Herzberg.
  • Ausência de processos lógicos: ainda que se use processos não-estruturados, como por exemplo, o Brainstorm, ao final as ideias tem que ser tratadas de forma lógica.
  • Falta de habilidades técnicas: não nos referimos aqui apenas ao conhecimento técnico do assunto em questão, mas do uso de ferramentas adequadas, como as aqui mencionadas. Vale a pena manter a equipe treinada no uso destas ferramentas.
  • Não identificação da causa básica: a causa básica tem que ser claramente identificada, pois a remoção das causas imediatas NÃO resolve o problema.
  • Não implementação da ações corretivas ou preventivas: ainda que pareça óbvio, às vezes o remédio é amargo e o paciente (a empresa, a gerência) reluta em tomá-lo.
  • Pressão gerencial: ainda que obviamente seja do interesse da gerência que o problema seja resolvido, a cobrança excessiva e prematura pode gerar soluções inadequadas, ou que removam apenas as causas imediatas.

A cada semana, publicamos novos artigos aqui no Blogtek, sobre Gerenciamento de Projetos, Gestão da Manutenção, e tópicos sobre Liderança e Gestão. Também semanalmente publicamos um vídeo, os quais podem ser acessados em youtube.com/c/Blogtek, com legendas em espanhol.  Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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