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Jabuticabas – cuidado!!!

Stonner Comente 18.08.16 1545 Vizualizações Imprimir Enviar

Jabuticabas – a referência mais remota encontrada é do economista Pérsio Arida, o qual se referiu às jabuticabas como sendo uma fruta exclusiva do Brasil. Na realidade, há jabuticabas em alguns outros poucos países, porém ficou consolidado o conceito, portanto, quando nos referimos a uma jabuticaba, em algum sentido que não o comestível, estamos nos referindo a algo tipicamente brasileiro.

Por ocasião da implantação da televisão em cores, o sistema adotado não foi nem o padrão americano NTSC, e tampouco o sistema europeu, PAL. Foi criado um sistema modificado do europeu, denominado PAL-M. Foi talvez a primeira das “jabuticabas” brasileiras.

O método utilizado por ocasião da conversão da moeda de então para o atual Real, feito em uma única noite, também não encontrou até hoje uma aplicação similar. Foi uma das jabuticabas de grande êxito, assim como o uso de carros flex, que utilizam mistura de gasolina e etanol em quaisquer proporções, com ajustes automáticos, é também são jabuticabas de excelente resultado.

Tomada padrão brasileiro - jabuticabas

Tomada padrão brasileiro – jabuticabas

O atual padrão de tomadas brasileiras é também uma jabuticaba: é um padrão diferente de qualquer outro no mundo. Conquanto sem dúvida seja uma tomada extremamente segura, por ser um padrão diferente do restante do mundo, obrigou todos os fabricantes de conversores e adaptadores a introduzirem mais um tipo de adaptação.

Muitos contratos brasileiros contém diversas jabuticabas, ou seja cláusulas pouco usuais, que muitas vezes dificultam o entendimento e elevam os preços ofertados pelas licitantes internacionais.

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  • jabuticaba não comestível

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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