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Gerenciamento de mudanças – análise do campo de forças

Stonner Comente 05.09.16 4288 Vizualizações Imprimir Enviar

Gerenciamento de Mudanças – Análise do campo de forças (Kurt Lewin):  mudanças são necessárias ao longo do gerenciamento de processos ou de operações, porém sabemos que há sempre fortes resistências, a maioria das pessoas não gosta de sair da zona de conforto. Por isso, existe a disciplina “Gerenciamento de Mudanças”, e algumas ferramentas relacionadas. Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui abaixo, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Gerenciamento de Mudanças – Análise do campo de forças: introdução

Kurt Lewin era um psicólogo social, de origem alemã, mas de nacionalidade americana, após ter fugido antes do início da Segunda Guerra Mundial, devido à sua origem judia.

É considerado um dos fundadores da moderna psicologia; entretanto, é mais conhecido pelo seu trabalho na área corporativa, através da Análise do campo de forças, criada nos anos 40.

A Análise do campo de forças é utilizada internamente às organizações para identificar quais as forças favoráveis e contrárias a determinada mudança proposta, qual a intensidade de cada uma destas forças, definindo qual a resultante (exatamente como na Física), e reforçando as forças favoráveis à mudança, bem como administrando as forças contrárias.

De maneira geral, a Análise do campo de forças busca identificar:

  • O balanço de poder
  • Os atores-chave envolvidos no processo decisório
  • Quem é a favor e contra a mudança
  • Meios de influenciar aqueles que são contra a mudança

Gerenciamento de Mudanças – Análise do campo de forças: aplicação

A Análise do campo de forças pode ser realizada seguindo os passos:

1)     Defina a mudança desejada. Quais os benefícios que esta mudança trará para os negócios? Quem é favorável, quem é contrário à mudança?

2)     Faça um brainstorm com as Forças Direcionadoras – forças direcionadoras são aquelas (pessoas, ideias, argumentos, fatos) que são favoráveis à mudança. Busque identificar mais apoios à  mudança.

3)     Faça um brainstrom com as Forças Restritivas – forças restritivas são aquelas (pessoas, ideias, argumentos, fatos) que são contrárias à mudança. Procure avaliar os argumentos e fatos apresentados, para buscar contra-argumentos, e desconstruir os fatos que se opõem à mudança.

(nestes processos, pode ser útil para ter uma visão abrangente, usar as ferramentas de Diagramas de Influência e Mapa Mental)

4)     Avalie as Forças Direcionadoras e as Forças Restritivas – você pode fazê-lo atribuindo escores para cada força, variando de 1 (fraco) a 5 (forte). Alguns autores julgam imprecisa esta atribuição de valores, devido à sua subjetividade, e sugerem uma avaliação holística (qualitativa) de cada força. O resultado pode ser representado em um diagrama como abaixo:

 

Análise do campo de forças - exemplo

Análise do campo de forças – exemplo

5)     Faça uma revisão das forças – com base no que foi identificado nos brainstorms e nos diagramas (Diagrama de Influência, Mapa Mental), avalie quais forças podem ser reforçadas (dentre as favoráveis), e quais podem ser minimizadas (dentre as restritivas). De que maneiras isto pode ser feito? 

6)     Defina uma Estratégia – defina que meios serão utilizados para reforçar as Forças Direcionadoras e diminuir as Forças restritivas; priorize as ações. Quais os custos envolvidos, quais os riscos, que outras áreas eventualmente podem ser impactadas?

7)     Implemente sua Estratégia

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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