Gerenciamento de Projetos

Comente 09.09.19 192 Vizualizações Imprimir Enviar
Estratégia de Contratação

Estratégia de Contratação – qualquer projeto, de qualquer porte, em alguma(s) etapa(s), irá requerer a contratação. Definir qual é a estratégia de contratação mais adequada é indubitavelmente um dos Fatores Críticos de Sucesso de um projeto. Tanto que um dos primeiros artigos que publiquei, nos primórdios do Blogtek, foi sobre Estratégia de Contratação. Mas, o tema vale a pena ser abordado novamente, com outro viés. Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

Estratégia de Contratação – o que contratar?

De forma genérica, um projeto segue o fluxo representado na figura abaixo, na qual se destacam algumas áreas importantes: a ideia (a identificação da oportunidade), a aprovação (seja ela interna, pelo CEO, Conselho, baseado na EVTE, ou ainda as aprovações oficiais, ambientais, etc.), e engenharia conceitual, a engenharia básica, a engenharia de detalhamento, a atividade de suprimentos, a construção e montagem, o comissionamento.

Estratégia de Contratação
Estratégia de Contratação – o que contratar?

Algumas destas atividades convém contratar, outra não. E quais são os fatores que irão definir as fronteiras entre o que é do proprietário, o que deve ser contratado, como ilustram a título de exemplo os limites desenhados na figura?

  • Conhecimento do mercado
  • Expertise na atividade
  • Relação com o mercado provedor de bens
  • Relação com o mercado provedor de serviços
  • Quantidade de pessoal qualificado
  • Projeto único ou repetitivo?

Entre outros aspectos.

Questionando estes fatores, podemos definir a fronteira mais adequada entre o que contratar e o que fazer com recursos próprios.

Estratégia de Contratação – como gerenciar

Já abordamos aqui, em Contratos-regimes de contratação, a questão de como fazer a remuneração pelos serviços: por administração, por preços unitários, por preço global. Vimos vantagens e desvantagens de cada um destes modelos.

Outro aspecto relevante, também já abordado aqui em Contratos EPC e EPCM, e Project Finance, BOT, BOOT, PPP, é a questão de como serão gerenciados estes contratos.

Aqui entram fatores tais como:

  • Distribuição dos riscos (balanço Owner x Contratada)
  • OPEX x CAPEX
  • Financiamento
  • Atividade fim ou atividade suporte?
  • Prazos (extensão, cumprimento, riscos)
  • Custos envolvidos
  • Quantidade de pessoas disponíveis para o projeto
  • Qualificação da mão de obra local
  • Eventuais questões políticas

Todos estes aspectos devem ser analisados, à luz do ambiente corporativo, do mercado e até da estabilidade política local.

Obviamente, não há aqui a pretensão de dar a solução, mas sim, de enfatizar a fundamental importância da Estratégia de Contratação ser analisada e discutida em profundidade, em um corte transversal das gerências, desde as gerências executantes até a gerência executiva, conselho de administração. Esta análise, discussão e definição da estratégia de contratação deve levar em conta todos estes fatores aqui elencados, avaliados em seu aspecto particular da empresa contratante.

A cada semana, publicamos novos artigos aqui no Blogtek, sobre Gerenciamento de Projetos, Gestão da Manutenção, e tópicos sobre Liderança e Gestão. Também semanalmente publicamos um vídeo, os quais podem ser acessados em youtube.com/c/Blogtek.  Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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