Gerenciamento de Projetos

6 Comentários 17.04.17 5845 Vizualizações Imprimir Enviar
10 Boas práticas para cronogramas – parte 1

Boas práticas para cronogramas – cronogramas são uma ferramenta indispensável para gerenciar qualquer projeto. O conceito de cronograma é extremamente simples, porém há algumas boas práticas recomendadas para a elaboração de cronogramas, as quais devem ser respeitadas para obter maior efetividade no gerenciamento do projeto. Já publicamos aqui alguns artigos sobre a importância do cronograma, e algumas recomendações (leia aqui). Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui abaixo, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

Boas práticas para cronogramas – definição das tarefas

  • Procure usar descrições curtas, tipo Verbo + Substantivo; no entanto, o nome deve deixar claro qual é a atividade e qual o entregável; evite abreviações.
  • Se julgar necessário detalhar mais a tarefa, não o faça no campo Descrição; há campos específicos para isso.
  • Não use tarefas recorrentes (repetidas periodicamente); para gestão de cronogramas, isto não serve; use as tarefas do Outlook ou de algum tipo de agenda, mas não o cronograma.

Boas práticas para cronogramas – criação das dependências

  • Todas as tarefas devem ter dependências, porém EVITE AO MÁXIMO criar um número excessivo de dependências: note que muitas vezes ao criar uma dependência, outras dependências lógicas são estabelecidas, não havendo necessidade de criar mais dependências. A chamada Densidade Lógica (# de relações de interdependência/# de tarefas) não deve ultrapassar 3,00.
  • Somente uma tarefa não tem predecessora: a tarefa inicial, e apenas uma não tem sucessora: a tarefa final. Se uma tarefa não tem sucessora (nada depende dela) ou predecessora (não depende de nada), o que esta atividade faz no cronograma????
Diagrama denso

Boas práticas para cronogramas – diagrama denso

Boas práticas para cronogramas – cuidado com as restrições

  • Não “amarre” demasiadamente o cronograma; evite restrições do tipo “DEVE começar em…”, “DEVE terminar em…”. Caso seja absolutamente necessário colocar uma restrição de data, prefira algo como “Começar depois de…”, ou “Terminar antes de…”, as quais ainda permitem alguma flexibilidade para movimentação das tarefas.
  • Procure utilizar sempre as atividades no modo “Mais cedo (ASAP – As soon as possible); as atividades devem poder se movimentar, para que as datas possam ser analisadas criticamente, e o verdadeiro caminho crítico seja claramente identificado.

Boas práticas para cronogramas – atenção com as tarefas sumário

  • Tarefas sumário são tarefas criadas para grupar determinadas tarefas que tenham determinada afinidade, assim como para criar a Estrutura Analítica de Projeto (EAP).
  • Portanto, não devem ser atribuídos recursos às tarefas sumário, bem como não devem ser construídas dependências entre tarefas sumário.
Tarefas sumário

Boas práticas para cronogramas – não faça isto!

Boas práticas para cronogramas – calendários e recursos

  • É muito habitual serem inseridas as tarefas, com recursos e prazos, e só depois ser criada a tabela de recursos e os calendários do projeto. Já publicamos algo a respeito (leia aqui).
  • Ao construirmos os calendários (do projeto, dos recursos ou das tarefas) após a inserção das tarefas, estas podem ser desconfiguradas por completo. Portanto, antes de iniciar o cadastramento das tarefas, defina os calendários.
  • Para possibilitar a correta análise dos recursos e seu nivelamento, é boa prática criar uma tabela de recursos do projeto antes de associá-los às tarefas.

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  • predecessora tarefa recorrente
  • substantivo boas praticas

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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