Menu

Prazos e Acidentes – tem a ver com Itaquera?

Stonner 19 Comentários 27.11.13 4684 Vizualizações Imprimir Enviar

Prazos e acidentes – pode haver alguma relação com o triste acidente de hoje, na construção do Estádio Itaquerão, onde se prevê a abertura da Copa do Mundo de 2014? Não queremos ser levianos em fazer uma análise apressada, porém não podemos nos furtar à responsabilidade de sinalizar os riscos associados a projetos com prazos desafiadores. Se quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado do artigo, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS!

Clique aqui e cadastre-se para receber uma notificação por email sempre que um novo artigo for postado

Seu email não será utilizado por terceiros nem para envio de spam.

Movimentação de Carga – muita atenção!

ID-100130248Atividades de movimentação de carga são grandes desafios da Engenharia, e nos fascinam, a todos nós que gostamos de projetos e obras. Em uma grande Obra, quando há uma movimentação de grande porte, todos param para apreciar a beleza e complexidade da operação. Normalmente, estas atividades são acompanhadas muito de perto por profissionais de Segurança do Trabalho, e uma série de procedimentos prévios são adotados, tais como Análise Preliminar de Perigo.

Nota: alguns autores usam o termo Análise Preliminar de Risco; preferimos utilizar o termo Análise Preliminar de Perigo, baseado no conceito de que, de forma esquemática, o Risco = Perigo/Medidas de Contenção. Então, avalia-se o Perigo existente em uma atividade para prever as medidas de contenção/prevenção necessárias para reduzir o Risco a níveis aceitáveis.

Não obstante todos estes cuidados, esta atividade tem um registro extremamente elevado de acidentes. Há inclusive um site (http://www.craneaccidents.com/) dedicado apenas a acidentes com guindastes e movimentação de cargas.

O Acidente de Itaquera

ID-10029039Este tipo de acidente não é o primeiro. Já houve acidentes bastante similares, inclusive em atividade também de montagem de cobertura de um estádio, nos Estados Unidos, em 1999.

O guindaste envolvido naquele acidente era apelidado “BIG BLUE” e era, à época o mais alto guindaste do mundo (cerca de 180 metros, 600 ft). Estava montando a cobertura de um estádio de beisebol, em Milwaukee, às 17:15. Erguia uma carga de cerca de 450 ton, e ventos de cerca de 50 km/h ocasionaram a queda do guindaste, levando a três fatalidades. Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=slEWQQ6TGr4&noredirect=1.

Este acidente foi considerado um dos maiores na história de acidentes mundiais com guindastes, considerando os aspectos de fatalidades, ferimentos e custo dos danos.

No caso de Itaquera, em primeira análise, pendente portanto de confirmação, o coordenador da Defesa Civil, Jair Paca de Lima, afirmou que a tragédia pode ter sido causada por erro de procedimento:

– A minha primeira impressão é de que foi um erro de procedimento. Este pode ter relação com um erro de manobra do guindaste ou por conta do peso da estrutura que estava sendo içada. Mas só vamos ter algo mais conclusivo depois das outras perícias. O afundamento de solo, pelo que conversamos com as pessoas da empreiteira, está inicialmente descartado – explicou Lima.

Este guindaste que caiu era considerado o maior do Brasil, com 114 metros de altura e com capacidade de suportar 1.500 toneladas. Informações ainda não confirmadas dizem que o peso da peça era de 450 ton; a se confirmar, seria coincidentemente o mesmo peso do acidente do Big Blue. Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=17OReQqPv30

Prazos apertados

Prazos apertados frequentemente induzem a ações sem a adequada avaliação dos aspectos de segurança, sob a tênue esperança de que “Tudo vai dar certo”. Sob a ótica de segurança, nada “Tem que dar certo”. Pelo contrário, “Tudo tem que ocorrer certo”. O que queremos dizer com este jogo de palavras é que “dar certo” dá uma ideia de aleatoriedade, enquanto “ocorrer certo”  denota o cumprimento de normas, procedimentos, e principalmente, comprometimento das pessoas e adequada percepção dos riscos.

Autoridades de trânsito tem o registro estatístico de que a maioria dos acidentes em viagens ocorrem perto do término. O mesmo ocorre com Obras. O corre-corre do final, a pressa em entregar a Obra, cria um ambiente propício para quem negligenciados aspectos de segurança.

Segurança – rever os conceitos

A responsabilidade pela Segurança não é da área de segurança. É de todos nós. A área de segurança industrial está para orientar, apoiar, auxiliar, mas não podemos imputar a responsabilidade de nossos atos na Obra sobre a equipe de Segurança Industrial.

Mais importante do que Procedimentos, Instruções, Normas, é a interiorização da importância de agirmos de forma segura, melhorar nossa percepção de riscos, atuarmos de forma preventiva.

 

Incoming search terms:

  • guindaste big blue
  • acidente com guindaste da locor 500 ton
  • ton celulares itaquera
  • maior acidente com guindaste big blue
  • hortaliças e legumes
  • guindaste big blu
  • analise Itaquera
  • acidenteemshopitaquera
  • acidente fatal que aconteceu hoje com a Itaquera
  • acidente de carro no big blue

Clique aqui e cadastre-se para receber uma notificação por email sempre que um novo artigo for postado

Seu email não será utilizado por terceiros nem para envio de spam.

Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

DEIXE O SEU COMENTÁRIO

  • Bayard Cardoso Gutterres

    Como todos sabemos, tranquilamente o nosso país está na rabada do mundo na preocupação com a saúde e a vida do trabalhador. Devemos ter mais legislação que qualquer outro país para compensar a completa inatividade dos gestores para esta disciplina, ou seja, segurança. Já fui ameaçado de demissão por parar uma obra em função da segurança e só não fui demitido porque entregava obras antes do prazo, por outros motivos.
    Hoje a noite passei de carro em frente a uma grande loja que estava passando por uma reciclagem de fachada. Uma grande loja. Haviam 3 funcionários instalando um toldo há 5 metros de altura, utilizando andaimes com rodízios, estavam sem cinto de segurança e soldando sem máscaras.
    Há um ano, acompanhando um amigo no hospital do câncer, no Rio de janeiro, olhando por uma das janelas que dão para o vão central de ventilação, observei pintores sentados em pequenas cadeirinhas suspensas, sem cabo guia. Fui até a área, parei o trabalho e pedi que chamassem o Técnico de Segurança responsável. Ele me disse que não era técnico, era engenheiro (pior ainda) e que não poderia providenciar outra corda para servir de guia pois não estava no orçamento feito pelo hospital. Certa feita, dois meses depois disso visitando um amigo no hospital Pedro Hernesto, em Vila Isabel, vários operários sobre a laje de um anexo, na beirada, há uns 6 metros de altura sem qualquer EPI.
    Não temos cultura e os gestores estão mais preocupados em cumprir seus prazos e colocar seu FAZ ME RIR no bolso.
    Estou desempregado há 5 meses porque no COMPERJ parei alguns trabalhos coordenados pela Petrobrás.
    Não se iludam. Não tem jeito, é mais um assunto para encher linguiça.

  • Joelma Mota

    Stonner! Dia triste para a Engenharia no Brasil. Compromete inclusive a imagem do país, O Financial Times não tardou em questionar a capacidade do Brasil de sediar grandes eventos. Um ponto essencial certamente não atendido na análise é o ISOLAMENTO da área. Um dos trabalhadores atingidos foi um montador de assentos, não envolvido no serviço e que supostamente tirava um cochilo em área de atuação da movimentação de carga. Fato bastante comum, notadamente em obras civis que deve ser combatido com muita energia. Procedimento também é isso, minimizar o potencial se algo der errado. No mínimo teríamos uma fatalidade a menos. Uma boa reflexão para nós hj. Abço, joelma

  • Josinaldo Lima

    Dr.;
    Discordo conceitualmente, pois vejo como DESVIRTUAMENTO DO PARADIGMA DA IMPUTABILIDADE a consideração: “A responsabilidade pela Segurança não é da área de segurança. É de todos nós.”

    — Quando tínhamos apenas executivos engajados e alinhados com os propósitos das empresas, nas obras, segurança era cobrada dos seus respectivos gestores, do seu staff especializado, combatentes da batalha pela manutenção e integridade da vida.
    — Hoje, cenário no qual se alinham apenas com suas “polpudas” gratificações (Executivos deveriam tê-las no fechamento dos empreendimentos), vaidades pessoais e necessidades de status; os times estão sendo formados por sobrenome e outros atributos. As credenciais laborais não são exames probatórios de experiência, inexiste avaliação de desempenho e análise comportamental; SURGEM OS FALSOS PROFICIENTES, munidos de algumas dezenas de formulários padronizados de origem desconhecida e jargão memorizado (corroborando o expertise) e tudo bem.
    — Consequência: A criação e, o mais preocupante, acatamento generalizado desta retórica (ou erística?) de que todos são responsáveis e vão sendo divididas as ameaças e punições via pressões psicológicas bem postas e disseminadas para desvirtuamento da realidade.
    — Na verdadeira interpretação, TODOS PRECISAM ESTAR CÔNSCIOS DOS RISCOS ENVOLVIDOS, o que significa “devidamente treinados e preparados adequadamente quanto à percepção dos desvios de procedimentos, etc, etc…
    — Responsabilização há que se imputar a quem especializa-se, credencia-se e assume juridicamente as ATRIBUIÇÕES ESTATUÍDAS NO MANUAL FUNCIONAL. Qualquer disseminação de responsabilidade fora deste âmbito é desvio de função e do foco nas atividades profissionais.
    — Pasme, existem organizações utilizando uma técnica chamada GUARDIÃO, na qual o colaborador novato (que não deveria adentrar aos processos mais complexos) é acompanhado por outro recém admitido (menos de 1 ano) para um período de adaptação quanto à PERCEPÇÃO DE SEGURANÇA E RISCOS, situação configurada como um cego conduzido pelo que nada vê.

    Nossa proficiência em engenharia é ampla, mas em ética trafega na contramão…

  • De fato, Joelma, nossa exposição ao mundo fica comprometida!!

  • Olá, Bayard,o pior é que este descaso acaba permeandoa cultura dos trabalhadores. Eu também, inúmeras vezes, intervi em serviços feitos em lojas, shopping centers, na rua, para explicar a necessidade de certo tipo de EPI, algum procedimento errado, e percebo como muitas vezes o próprio trabalhador é refratário.

  • Antonio Luiz V. Vilhena

    Contribuindo com o texto enviado ressalto que a organização internacional OGP – Oil and Gas Producers apontou, em seu último relatório anual, como as principais causas de acidentes fatais no periodo de 2010 a 2012, na indústria de Óleo e Gás, as seguintes:
    – Falta de supervisão ou supervisão inadequada;
    – Inexistência de padrões e procedimentos ou procedimentos inadequados;
    – Falha na identificação dos perigos e na análise de risco;
    – Erro de julgamento na tomada de decisão;
    – Violação não intencional de norma de segurança e;
    – Treinamento inadequado.

  • Sérgio Campos

    A tragédia só acontece na obra do outro. isso não acontece comigo! muitas vezes nos pegamos negligenciando pequenos procedimentos de segurança por acreditar que tudo vai dar certo. Conforme citado no texto, devemos fazer dar certo. É lógico que a pressão para cumprimento de prazo meche com o psicológico da equipe. Nesse momento, a presença forte do TST é fundamental.
    Devemos entender que vidas estão expostas e replanejar quantas vezes for necessário para fazer dar certo. Não sabemos ao certo o real motivo do acidente. Ele aconteceu e duas vidas foram ceifadas do convívio dos seus familiares e com toda certeza, hoje não existe pressa. O atraso da obra já está sendo computado e muito provavelmente a fiscalização será muito mais rigorosa.
    Não tenho medo do acidente em obras que sou responsável, tenho pânico e qualquer paralisação por parte dos meus TST ou da fiscalização desde que coerente é sempre bem vinda. Um atraso na obra é sempre justificado. Um acidente não tem justificativa.
    Que Deus conforte os familiares dos trabalhadores mortos.

  • Mestre, bom dia.

    Concordo plenamente quando o Sr. diz que a responsabilidade não é penas da área de Segurança, mas de todos nós. Trabalho em empresa de GLP e constantemente sou convocado para ministrar palestras e treinamento sobre carcaterísticas, aplicações, utilizações e segurança com GLP, muitas destes treinamentos são feitos nas empresas, e o que me chama muito a atenção é que os procedimentos de segurança (quaisquer que sejam) que são seguidos por funcionários nas empresas, são negligenciados por estes mesmos funcionários quando não estão em serviço, haja vista a quantidade de acidentes domésticos que acontecem neste país e no triste caso de Itaquera, o caso do funcionário que aparentemente “tirava um cochilo” em área totalmente inadequada. É óbvio que não podemos imputar qualquer culpa sobre ele, mas zelar pela própria segurança é o mínimo que se espera.

  • Nelson Guilherme Bonizzoni

    Rodolfo, parabéns pelo comentário, sou um profissional da área de movimentação de cargas, e sim, sempre que há uma descarga ou operação de içamento desperta-se a curiosidade de todos, quase sempre com a frase “como eles conseguiram?”, mas, sempre, antes de iniciar um procedimento destes, fazemos um roteiro básico, avaliação do terreno, avaliação de interferências na movimentação do guindaste, condições do equipamento, e ai fazemos o principal, o Plano de Rigging, até agora ninguém mencionou isso, não é porque era a 38ª peça a ser colocada que não devia-se rever o plano de rigging especifico dessa peça, no plano de rigging esta tudo lá, configuração do guindaste, acessórios a ser utilizados (cabos, manilhas, etc), condições de segurança (isolamento mínimo indispensável durante a operação), é sempre nessa hora que nós os encarregados que fizemos o plano de rigging somos questionados, se não pode ser um pouquinho mais pra lá, se a empilhadeira que esta no raio de operação tem que ser mesmo retirada, se tem mesmo que retirar todos que estão no raio de operação, e muitas outras coisas mais, também fui severamente advertido por não deixar que se efetuasse a operação sem cumprir todos os procedimentos, mas também sempre obtive o reconhecimento do cliente que tinha sido a melhor forma de fazer.
    Hoje estou desempregado, talvez por causa disso, por ser muito chato e exigente em minhas obras, mas vou continuar assim. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos, eu já sei porque o guindaste tombou, vamos ver quais serão as conclusões.

  • Olá, Josinaldo, creio que no fundo não há discordância. Quando menciono: “A responsabilidade pela Segurança não é da área de segurança. É de todos nós.”, isto não significa eliminar a responsabilidade da equipe de segurança, e nem do executivo (o qual inclusive responde judicialmente pelos acidentes).
    Permita-me uma comparação: apesar de termos (?) Segurança Pública, as entidades Polícia Civil, Polícia Miliutar, isto não nos desobriga a ações preventivas tais como: ter seguro do carro, evitar lugares ermos e escuros, estacionar em locais guardados, manter nossas portas e janelas fechadas, etc.
    Então, dizer que cada um de NÓS é responsável pela segurança não é um meio de inimputar a quem de direito, porém de aumentar nossa percepção e auxiliar o processo.

  • Obrigado, Nelson, pela sua excelente contribuição para todos nós, ensinamentos vindos de quem efetivamente entende do assunto.

  • É verdade, Sérgio, temos a tendência de imaginar que desgraças só acontecem com os demais. Devemos desenvolver em nossas equipes a cultura da percepção de riscos, e das práticas prevencionistas. Vidas humanas transcendem estatísticas!

  • Caro Antonio, grato pela excelente contribuição!

  • É verdade, Cláudio, percebe-se nos mínimos detalhes: por exemplo, colegas que na empresa usam o cinto de segurança nos veículos, não falam no celular dirigindo, porque são normas de segurança da empresa, porém o fazem em seu ambiente particular.

  • Manoel Fonseca

    (1) Sou Técnico de Segurança do Trabalho e sei que muitos profissionais da segurança do trabalho possuem a responsabilidade, mas não têm a autoridade. Isto é um fato.
    (2) Ita (pedra) Ker (dormente) do Tupi antigo e significa, obviamente, pedra dormente. Pelo que podemos depreender não somente a pedra estava dormente… mais alguém cochilou (com a segurança).

  • De fato, Manoel, responsabilidade sem autoridade não leva a resultados. Grato epla tradução de Itaquera.

  • Hugo Karam

    Nada mais oportuno a discussão do acidente na construção do Estádio Itaquerão.
    Na minha avaliação existem inúmeras ferramentas de análise de risco e profissionais habilitados e capacitados, que não são suficientes para mitigar os riscos de acidentes, quando existir a falta de detalhamento do planejamento e de projeto, ou seja, a falta de tempo para detalhamento da execução do processo seguro de trabalho com a participação de todos responsáveis desde alta administração, financiamento, orçamento, projeto, obra até a manutenção.
    Acredito que a inclusão de novas categorias de riscos: “ética”, “teoria do domínio do fato”, “altas multas” poderiam trazer uma reversão dessa curva elevada de acidentes sejam materiais e/ou humanos.
    Independente da inclusão de novas categorias de riscos, a legislação em vigor não atende na redução de acidentes de trabalho e nem define uma imputação daqueles que se beneficiam do sucesso do empreendimento, quando ocorre acidente.
    Vejam as declarações do caso do Itaquerão abaixo:
    “Os engenheiros da Odebrecht, construtora responsável pela obra, entendem que é possível trabalhar a partir de hoje em todas as áreas do canteiro, exceto no local do acidente, que está interditado pela Defesa Civil (cerca de 5% da área total). O Ministério do Trabalho fez uma “interdição vertical” do canteiro. Vamos acelerar [a obra] para não ter prejuízo. Não vamos deixar a peteca cair”, afirmou à Folha o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, no sábado à noite, pouco antes da partida contra o Internacional, no Pacaembu. Onde estão os demais “stakeholders” : como financiadores do BNDES, CEF e Governo que decidem pelo prazo e restrições de recursos sem análise de riscos?

  • Meu prezado,
    Apesar da evolução ainda temos muuuuuuuito que aprender, lembrando que tivemos mais dois fatais na arena Manaus, queda, reclamação dos operários “PRESSA”

  • Olá, Neivaldo, realmente, infelizmente, logo após a publicação deste artigo, tivemos mais uma fatalidade na Arena Manaus!

Publicidade

Gerenciamento de Projetos

Contratos EPC e EPCM – diferenças, vantagens e desvantagens

Comente Stonner 18.09.17
Liderança e Gestão

Diagrama Matricial – uma das sete ferramentas de gerenciamento

Comente Stonner 11.09.17
Gestão da Manutenção

O elo frágil da Gestão de Ativos

Comente Stonner 04.09.17
Gerenciamento de Projetos

Avalie a Comunicação em sua empresa ou organização

Comente Stonner 28.08.17
Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento das Partes Interessadas

Comente Stonner 21.08.17

Gerenciamento de Projetos

MS-Project – Dicas e Pegadinhas (Tips & Tricks)

83 Comentários Stonner 28.04.13
Liderança e Gestão

Seis regras testadas para vencer discussões (Les Giblin)

61 Comentários Stonner 01.12.14
Gestão da Manutenção

O Planejamento de uma Parada de Manutenção – Parte 1

61 Comentários Stonner 05.05.13
Atualidades

O que o biquíni esconde e o custo das novas refinarias…

56 Comentários Stonner 17.04.13
Gerenciamento de Projetos

Metodologia FEL – Método dos Portões

44 Comentários Stonner 17.02.13

Bem-vindo ao novo

Blogtek

Seja notificado sempre que um novo conteúdo estiver disponível.

Loading...Loading...
Não se preocupe, não temos prática de enviar spam.
© 2013 - 2017 Blogtek.