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O reparo da cratera em Fukuoka – um projeto bem sucedido

Stonner Comente 21.11.16 1566 Vizualizações Imprimir Enviar

Cratera em Fukuoka – no dia 8 de novembro, o mundo todo, e em particular os japoneses, se depararam surpresos com uma enorme cratera de 30 metros de largura por 27 metros de comprimento, e 15 metros de profundidade, em uma importante avenida de Fukuoka, uma cidade ao sul do Japão, com cerca de 5 milhões de habitantes. Poucos dias depois, o mundo via com espanto e admiração a avenida reconstruída. Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui abaixo, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Cratera em Fukuoka – Manutenção ou projeto?

Esta é uma pergunta esclarecedora, para mais uma vez fundamentarmos o conceito de Projeto, conforme definição do PMBoK Guide: “Projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado único. A natureza temporária dos projetos indica que eles tem um início e término definidos.”. As palavras em destaque se encaixam perfeitamente no que ocorreu em Fukuoka, definindo portanto que aquele evento FOI um projeto, e, mais do que isto, um projeto muito bem sucedido. Reparos usuais em ruas e avenidas são atividades repetitivas, que não se esgotam, características de manutenção.

Cratera de Fukuoka - antes do reparo

Cratera de Fukuoka – antes do reparo

Cratera de Fukuoka -depois do reparo

Cratera de Fukuoka -depois do reparo

As diferenças entre Manutenção e Projetos se refletem de forma muito clara no planejamento, conforme ilustrado na figura a seguir:

Diferenças Planejamento Obra x Manutenção

Diferenças Planejamento Obra x Manutenção

Cratera em Fukuoka – razões do sucesso

Certamente a experiência dos japoneses em reconstruções conta muito: além de ser uma região sujeita a muitos terremotos e tsunamis, a própria guerra mundial produziu dois eventos atrozes que levaram ao aprendizado da reconstrução: Hiroshima e Nagasaki. Não foi apenas a cratera de Fukuoka em exemplo de eficiência: em março de 2011, como resultado do terremoto e posterior tsunami que levou ao colapso da usina nuclear de Fukushima, uma estrada destruída pelo terremoto foi reconstruída em apenas 6 dias.

Porém chama a atenção a postura, a ATITUDE das autoridades japonesas frente ao problema. Apesar de ter sido um evento imprevisível, fora do controle e detecção, as autoridades emitiram de imediato um comunicado pedindo desculpas à população pelo transtorno.

Veja aqui um vídeo de 2 minutos, em câmera super rápida, condensando os poucos dias de trabalho.

Cratera em Fukuoka – fracassos em casos similares

O evento de Fukuoka levou diversos internautas a questionarem os resultados de problemas similares em seus próprios países (usualmente comparamos com obras no Brasil, mas percebe-se que o mundo todo se queixa de forma similar):

Um evento similar em Manchester, Inglaterra, levou DEZ meses para ser reparado. Veja em Manchester Mancunian Way.

Cratera em Fukuoka x Cratera em Manchester

Cratera em Fukuoka x Cratera em Manchester

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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