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Freios ABS, Airbag e a Improdutividade devido às inatividades normais em Obras – parte I

Luiz Cláudio Estima 15 Comentários 13.04.14 3336 Vizualizações Imprimir Enviar

Improdutividade: preocupação habitual de gerentes de projetos! Temos o prazer de receber hoje mais uma contribuição do brilhante engenheiro e economista Luiz Estima, discorrendo sobre um assunto que conhece muito bem: os diversos fatores que impactam a produtividade. Conceito de improdutividade e impeditividade. Se quiser ser notificado de novos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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INTRODUÇÃO: CARACTERÍSTICAS DA INDUSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Operário instalando freio ABS em fábrica

Operário instalando freio ABS em fábrica

A indústria da construção civil é caracterizada pelo uso intensivo de mão-de-obra pouco qualificada ou mesmo não-qualificada. Uma grande construção pode contratar milhares desses funcionários para trabalharem em uma localidade em que a infraestrutura básica é pouca ou mesmo inexistente. Além disso, o prazo para execução dessas grandes construções são normalmente de alguns anos. AMBROZEWICZ(Teoria e Prática na Engenharia Civil, n.22, p.51-60, Outubro, 2013,  : “A relação entre segurança no trabalho e produtividade dos funcionários de um canteiro de obras em João Pessoa/PB”, pg. 52 (http://www.editoradunas.com.br/revistatpec/Art6_N22.pdf)) caracteriza essa indústria da seguinte maneira:

A indústria da construção civil apresenta diversas peculiaridades que a distingue substancialmente da indústria de transformação. Dentre as quais, destacam-se: a forma e o tempo que os produtos são executados, a produção centralizada e as características da mão de obra utilizada, cujas deficiências de treinamentos afetam seu desempenho e produtividade.”

E muitas vezes, na região onde será executada a obra, não há mão-de-obra disponível suficiente, sendo necessária a contratação de trabalhadores de outras regiões para executa-la. Para isso são construídas edificações provisórias como canteiro de obras e alojamentos, onde os trabalhadores passarão a conviver diariamente uns com os outros, transformando seu ambiente de trabalho em um aglomerado de gente.

Petrobras terá que dispensar cerca de 42 mil trabalhadores que estão ligados à construção da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Portuário de Suape (http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2013/11/04/mpt-orienta-desligamento-de-milhares-de-trabalhadores-em-suape-104087.php)

Petrobras terá que dispensar cerca de 42 mil trabalhadores que estão ligados à construção da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Portuário de Suape

Com uma quantidade tão elevada de mão-de-obra trabalhando por um período considerável de tempo, natural que a produtividade da mesma seja de suma importância para o cálculo dos custos que a construtora incorrerá na execução dos serviços.

E para se saber a produtividade de um serviço, também é de fundamental importância se conhecer a improdutividade inerente ao mesmo e a inerente à indústria da construção civil, que é o que se trata nesse artigo.

IMPRODUTIVADE: CONCEITO

Segundo o dicionário Aurélio improdutivo é o que não produz. No entanto, em termos de trabalho, improdutivo não é apenas o que não produz, mas o que produz abaixo do esperado.

Assim, a improdutividade dos trabalhadores em um específico serviço, pode ser causada por diversos fatores, os quais os fazem produzir abaixo do esperado ou simplesmente não produzi-lo por estarem ocupados com outras atividades comuns e necessárias à obra que estão executando. Alguns desses fatores são: ineficiência dos trabalhadores ou dos equipamentos; baixa qualificação; aprendizado; humor dos trabalhadores; estado de saúde; logística do serviço; interface com trabalho de outras empresas; manutenção; clima; greves; auditorias comportamentais; controle de qualidade; treinamentos; cuidados com a segurança; deslocamentos; necessidades físicas dos trabalhadores (água, banheiro, cafezinho, etc.); ginástica laboral; além de outros.

Trabalhadores receberam o café da manhã na portaria do Estaleiro Rio Grande 2(RS) (http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=8&n=44909)

Trabalhadores receberam o café da manhã na portaria do Estaleiro Rio Grande 2(RS)
(http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=8&n=44909)

Levando-se em conta os milhares de trabalhadores que trabalham em uma grande obra, essas causas de improdutividade ganham impactos ainda maiores que os normais, pois a dificuldade de organizar um grande número de funcionários acaba por dificultar as tentativas de minimizar o tempo de produção perdido com as improdutividades.

Isso porque a inércia natural à volta ao trabalho de um grande número de funcionários é bem maior quando comparada à um pequeno numero de trabalhadores. Assim, por exemplo, os 10 a 15 minutos do cafezinho muitas vezes consomem mais do que 20 minutos, pois a conversa de mais gente acaba exigindo mais debates e consequentemente, mais tempo!
Pessoas debatendo ideias – Ilustração do Iluminismo

Pessoas debatendo ideias – Ilustração do Iluminismo

IMPRODUTIVADE POR INATIVIDADE E POR INEFICIÊNCIA

Das diversas causas de improdutividade descritas anteriormente, distingue-se as que o dicionário Aurélio chama de improdutividade, que são as que se caracterizam como ausência total de produção (clima, greve, deslocamentos, ginastica laboral, etc) e outras que apenas diminuem sua produção (baixa qualificação, humor, estado de saúde, etc.). As primeiras, pode-se dizer que são improdutividades causadas pela inatividade, e as segundas, improdutividades causadas por ineficiência.

Dentre as causas de improdutividades por inatividades, boa parte delas são inerentes às obras e se caracterizam por outras atividades que os trabalhadores necessitam exercer durante sua jornada de trabalho, porém, não estão relacionadas a produção do serviço direto, tais como: deslocamentos; treinamentos; auditorias; necessidades físicas; clima; etc.

Essas atividades são obrigatórias à execução das obras, e têm ganho cada vez mais importância no mercado de trabalho. Muitas já s caracterizam como exigências legais, e outras, são atividades além das exigências legais, mas adotadas pelas grandes empresas, preocupadas com sua imagem perante a sociedade e ávidas pela diminuição dos riscos de acidentes fatais em seus empreendimentos gigantescos.

A essas causas de improdutividade por inatividade, o prof. Aldo Dorea Mattos(http://blogs.pini.com.br/posts/Engenharia-custos/o-impacto-das-impeditividades-no-orcamento-308154-1.aspx), deu-as o nome de “impeditividade”:

O impacto das impeditividades no orçamento

Muitos clientes públicos e privados caracterizam-se pelo rigor com que tratam questões de meio ambiente, qualidade, saúde e segurança do trabalho em seus contratos de obra. Essas companhias, entre as quais se destacam Petrobras, Vale e outros grupos industriais, impõem vários requisitos organizacionais no que diz respeito a contratação, treinamento, acesso ao local da obra, exames de saúde, rotinas de comunicação diária, etc.

Todas essas condicionantes inerentes ao ambiente de produção, que no jargão da construção são chamadas de impeditividades, acarretam evidente perda de produtividade das equipes executoras dos serviços e, em decorrência disso, um custo maior para as empresas contratadas. Esse decréscimo de produtividade precisa, então, ser refletido nos orçamentos.”

Trabalhadores em Ginastica Laboral. O programa ainda conta com a realização diária do DDS – Diálogo Diário de Segurança.  http://www.pagrisa.com.br/noticias/00000901.html

Trabalhadores em Ginastica Laboral. O programa ainda conta com a realização diária do DDS – Diálogo Diário de Segurança.
http://www.pagrisa.com.br/noticias/00000901.html

Aspecto importante levantado por Aldo Dorea foi que as grandes empresas adotam rigores maiores que os usuais com a segurança e meio-ambiente na execução de suas obras, o que reflete em tempo de “impeditividade” maior. Evidentemente, isso tem um custo. Se você quer um airbag e freio ABS no seu carro para aumentar sua segurança, você precisará pagar por isso!

“Carros básicos ficarão R$ 1,5 mil mais caros com airbag e ABS Governo manteve a obrigatoriedade de airbag e freios com ABS para todos os veículos produzidos no Brasil a partir de 2014” http://economia.terra.com.br/carros-motos/carros-basicos-ficarao-r-15-mil-mais-caros-com-airbag-e-abs,31d891481a203410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

“Carros básicos ficarão R$ 1,5 mil mais caros com airbag e ABS
Governo manteve a obrigatoriedade de airbag e freios com ABS para todos os veículos produzidos no Brasil a partir de 2014”
http://economia.terra.com.br/carros-motos/carros-basicos-ficarao-r-15-mil-mais-caros-com-airbag-e-abs,31d891481a203410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

TEMPO EFETIVO PRODUTIVO: CONCEITO

O que será aqui caracterizado como tempo efetivo produtivo é o tempo em que se ocorre a produção de determinado serviço sem que ocorram quaisquer perdas de tempo devido às improdutividades, seja por ineficiência, seja pela inatividade.

Como visto há uma diferença entre a improdutividade por inatividade da improdutividade por ineficiência. E essa diferença é importante para se quantificar o tempo efetivo produtivo.

Dessa maneira, faz-se útil a separação dos seguintes tempos:

  • Tempo disponível (“Hdisp”): tempo que se tem disponível para a realização dos serviços, incluindo todas as improdutividades (ineficiência e inatividade);
  • Tempo de improdutividade por inatividade (“Hinativ”): tempo que se gasta com as atividades definidas anteriormente como ausência total de produção e inerentes às obras. O tempo das “impeditividades” como definido por Aldo Dorea;
  • Tempo líquido (“Hliquido”): tempo que sobra para execução dos serviço, descontando do tempo disponível, o tempo gasto com as “impeditividades”. Logo:  Hliquido = Hdisp– Hinativ;
  • Tempo de improdutividade por ineficiência (“Hinef”): é o tempo que se perde pela ineficiência na execução dos serviços, definido anteriormente como atividades que diminuem a produção;
  • Tempo efetivo produtivo (“Hefet”): é o tempo líquido descontado do tempo de improdutividade por ineficiência. Portanto é o tempo realmente gasto com a execução do serviço. Pela definição: Hefet = Hliquido – Hinef
Trabalhadores produzindo nas obras do metro de São Paulo

Trabalhadores produzindo nas obras do metro de São Paulo

Se você pretende saber o tempo que levará sua obra, você precisará conhecer o tempo efetivo produtivo de todos os serviços inerentes dela.

E para saber o tempo efetivo produtivo, você também precisa saber o tempo gasto com as improdutividades pelas inatividades (“impeditividades”) e pelas ineficiências.

QUANTIFICAÇÃO DO TEMPO IMPRODUTIVO POR INATIVIDADE

As causas de improdutividade por inatividade, as “impeditividades”, implicam em um tempo líquido menor que o tempo disponível para a realização dos serviços.

Mas, quanto tempo consomem essas “impeditividades”? Essa pergunta não tem uma resposta única. Empresas com preocupações maiores, com obras com maiores riscos, com muitos trabalhadores, tenderão a gastar um tempo maior com essas “impeditividades”. Empresas executando obras menores, com menos gente, e menos preocupada com sua imagem, tenderão a gastar um tempo menor.

No artigo citado anteriormente do prof Aldo Dorea, tem-se uma ideia geral do tempo gasto com essas impeditividades em uma obra padrão:

“Imaginemos um dia típico de trabalho numa obra de um desses rigorosos clientes. Após bater o ponto, o operário se desloca até o local de trabalho (que pode estar distante até 3 km, num deslocamento moroso por conta da velocidade máxima permitida de 30 km/h, que tende a ter uma média ainda menor por conta dos muitos cruzamentos e “pare-siga”); cumpre a formalidade do diálogo diário de SMS e vai então ao trabalho propriamente dito; na hora do almoço, desloca-se até o refeitório (outro deslocamento longo de ida e volta) e, ao final de turno, faz novo trajeto de volta ao vestiário e daí até a portaria do canteiro. Ainda precisamos contar os treinamentos periódicos, auditorias comportamentais, etc. Convenhamos que, de uma jornada regulamentar de 8 horas, sobra algo em torno 5 horas “líquidas” de trabalho…”

No entanto, das atividades citadas segundo o exemplo do prof. Aldo Dorea, ainda faltaram algumas normais às obras e que causam “impeditividades”, como por exemplo, chuvas (clima).

De qualquer forma interessa que nesse exemplo, se em 8 horas diárias disponíveis de trabalho (Hdisp= 8 horas) em uma obra usual, gasta-se 3 horas para as “impeditividades” (Hinativ= 3 horas) o tempo líquido (Hliquido) será de 5 horas (Hliquido = Hdisp– Hinativ). Isso representa que cerca de 62,5% do tempo disponível deve ser considerado como tempo líquido para realização dos serviços. Ou uma perda de 37,5% de tempo pelas “impeditividades”.

Interessante notar que se incluísse as perdas de produtividade devido as chuvas nessas “impeditividades”, o percentual acima calculado de 37,5% certamente ultrapassaria os 40%. Talvez até, se chegasse a 50%.

 

Aliás, alguns outros autores, consideram um percentual para essas perdas de improdutividade por inatividade, em torno de 50%, onde já se incluem as perdas por clima. E há obras até que esse percentual pode chegar a 60%. Em casos especiais, esse percentual pode ainda ser maior.

Trabalhadores em deslocamento na construção das Palm Island (Dubai – ilhas artificiais)

Trabalhadores em deslocamento na construção das Palm Island (Dubai – ilhas artificiais)

Enfim, cada caso será diferente e dependerá de inúmeros fatores. Até mesmo das exigências contratuais. O dimensionamento correto desse tempo de improdutividade por inatividade, ou “impeditividade”, exigirá experiência dos estimadores de custo em outras obras de complexidade equivalente, além de conhecer as exigências que a empresa contratante costuma requerer com rigor.

Se você quer saber não só o tempo que levará sua obra, mas também seu custo, será então fundamental dimensionar o tempo produtivo e improdutivo de todos os serviços que dela constam.

Na parte 2 desse artigo, um exemplo de cálculo ilustrará a influência do tempo improdutivo por inatividade (“impeditividade”) no cálculo do orçamento de um serviço específico de uma obra hipotética. Se quiser ser notificado de novos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Luiz Cláudio Estima

Luiz Estima, Engenheiro Civil Estrutural pela UFRJ, Economista pela UERJ, Economista e Engenheiro Civil da Petrobras, MBA em Economia e Gestão em Energia na COPPEAD. Também é diretor da científica Revista Amélia. É apaixonado por ciência.

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  • Gerson Nakano

    Muito bom

  • Luiz Cláudio Estima

    Valeu, grande Nakano!!

  • Alfredo Bomilcar

    Excelente artigo. Muito esclarecedor e que muitas empresas onde presto consultoria não entendem, mas colocado de uma maneira bem didática, como foi feita fica de fácil compreensão.
    Obrigado.

  • Luiz Cláudio Estima

    Caro Alfredo, fico feliz por contribuir de alguma forma e grato pelo comentário. Sds

  • Roberto Taveiros Darski

    Caro
    Também achei Excelente Artigo. Este tem que deixar guardado para quando se apresentar um cronograma de projetos, e fornecer para alguém ler, quando houver questionamentos sobre o prazo do projeto. Já tive que fazer colocações sobre o tempo efetivo de produtividade. Ao não se levar em conta estes fatores o projeto com certeza já nasce atrasado. Mesmo hipoteticamente, simplificando-se de tal forma que não se tenha nenhuma improdutividade por inatividade, ninguém trabalha 8 horas ininterruptas (Existem os fatores sociais, fisiológicos, tempo diferente de concentração de cada pessoa e etc.). Tem que se buscar dependendo da área de atividade e do projeto um fator (%) de segurança para minimizar o atraso já estabelecido, porque muita gente não visualiza estes critérios e realidade.
    Um forte abraço.
    Roberto

  • Mosquim

    Caros

    Por algumas vezes realizamos estudos de produtividade tanto na rotina como em paradas (tempo de utilização de mão de obras, tempo útil, mão na massa) e o desperdício de tempo é enorme.
    Em um artigo publicado neste Blogtek,, discutimo como evitar desperdício, trabalhando as doenças do planejamento.
    E para provocar discussão – Demming dizia que 80% dos problemas de qualidade estavam relacionados ao gerenciamento. a área gerencial.
    Nas paradas, obras, empreendimentos, a improdutividade é gerada, não pela mão de obra de campo, mas sim, pelo planejamento e área gerencial. Diria que chega aos 80%.
    abs

  • Luiz Estima

    Caro Roberto Darski
    Voce está coberto de razão. Se não levar-se em conta esses tempos de improdutividade, é certeza de problemas no prazo e nos custos de seu projeto. A realidade pode ser muito diferente do planejado.
    Grato pelo comentário.

  • Luiz Estima

    Caro Mosquim
    Se entendi corretamente seu comentário, você está se referindo a improdutividade por ineficiência, conforme defini no artigo. O que de fato o planejamento pode contribuir sensivelmente na sua diminuição.
    No entanto, minha intenção no artigo foi focar na improdutividade devido à inatividades inerente às obras. Essas são quase que obrigatórias em obras e por mais que se tente minimiza-las, elas necessitarão existir.
    Grande abraço e obrigado pelo comentário

  • Odilmar Junior

    Bom dia Companheiros,

    Muito interessante a postagem e como bem mencionado, a cada dia que passa algumas disciplinas tem maior atenção pelo cliente nos gerando assim um impacto maior nos nossos índices de produtividade.

    É extremamente levarmos em conta esses desvios durante a fase de orçamento do empreendimento, pois caso contrário teremos problemas futuros durante a execução.

    Abraços.
    Odilmar Junior

  • Luiz Estima

    Prezado Odilmar Junior

    É exatamente como você menciona. Precisamos levar em conta todas as atividades que impactam a produtividade dos trabalhadores quando estamos estimando prazo e custos de uma obra.

    Obrigado pelo comentário!

  • Pingback: Freios ABS, Airbag e a Improdutividade devido às inatividades normais em Obras – parte II | Gerente de Projetos()

  • Luiz Estima

    Interessante reportagem do Jornal Nacional sobre produtividade, ilustra esse ponto :
    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/04/saiba-como-produtividade-no-trabalho-afeta-economia-de-um-pais.html

  • Jano Stussi

    Muito bom o trabalho. Em termos de SMS como ficou demonstrado nos dois textos, o audicomp e o DDSMS impactam a produtividade. Estou atualmente pensando em estratégias para dimamizar a utilização dessas ferramentas, reduzindo o impacto na perda de produtividade. Verifico também e concordo com o Mosquim, que a produtividade está relacionada com o Gerenciamento. Vemos por diversas ocasiões a mão de obra parada por falta de comando direto, encarregados e supervisores, que na busca de documentação, PT, equipamentos, spools, etc, se esquecem de direcionar os trabalhadores para a atividade diária a ser realizada, tais como: verificar EPIs, ferramental, local de realização da tarefa, etc, visto que o planejamento é feito ou no dia anterior ou com uma semana de antecedência, exceto em casos de extrema necessidade. O seu trabalho, com exemplo inserido, será de grande valia para o que estou pretendendo fazer. Parabéns pelo excelente artigo. Sds, Jano.

  • Luiz Cláudio Estima

    É verdade Jano. Você citou exemplos de quem tem experiência em obras e são muito importantes. Os impactos na produtividade são diversos de acordo com o andamento dado aos serviços.
    Fico feliz por ter te ajudado com esses artigos.
    E obrigado pelo comentário.
    Grande abraço!

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