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A dinâmica diferenciada de contratação em obras de grande porte

Luiz Cláudio Estima 5 Comentários 08.12.13 5425 Vizualizações Imprimir Enviar

Temos o prazer de mais uma vez publicarmos um artigo do nosso colega Luiz Estima, que já postou aqui no Blogtek artigos sobre: Custo de oportunidade de capital nos custos horários dos equipamentos e Os referenciais de preços para obras da Administração Pública: SICRO e SINAPI. Se quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS!

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Introdução :

Imagine que você seja um engenheiro de uma multinacional e é o responsável pelo estudo de viabilidade técnico e econômica de uma obra de grande porte que sua empresa deseja implantar, sendo essa obra caracterizada por exigir soluções inovadoras, portanto nada convencionais no mundo da Engenharia.

As Palm Islands (ilhas das palmeiras), um arquipélago artificial em Dubai. Emirados Árabes Unidos (http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=20471)

As Palm Islands (ilhas das palmeiras), um arquipélago artificial em Dubai. Emirados Árabes Unidos (http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=20471)

Sua tarefa não será simples. Você precisará encontrar soluções de engenharia para viabilizar a construção desejada e ao mesmo tempo, terá que estudar os custos que serão incorridos nessa construção.

O que você faz? Busca soluções e referenciais padrões de preços de obras convencionais comuns? Certamente, se assim o fizer, estará subestimando essa obra e o resultado para sua empresa pode ser um desastre.

Nesse ponto considere-se com sorte caso você não seja um administrador publico e, então, não seja obrigado a adotar os referenciais padrões usuais de preços em obras convencionais, como o SINAPI, para estimar o custo de seu empreendimento. Um problema a menos para você.

Construção de uma parede em uma obra convencional de edificação

Construção de uma parede em uma obra convencional de edificação

O melhor a fazer é  buscar os melhores profissionais de diferentes ramos necessários para lhe ajudar, estudar as melhores soluções adotadas em casos que, apesar de não terem sido idênticos, podem dar uma idéia de como conseguir resolver seu problema. É necessário ter em mente que você vai precisar lidar com uma grande multidisciplinaridade, envolvendo profissionais não só das diversas áreas da engenharia, mas também da advocacia, contabilidade, economia, etc.

 Os problemas da contratação de obras de grande porte:

De uma forma geral, nessa dinâmica de contratação de obras de grande porte, pode-se citar quatro grandes problemas que você se deparará :

a) Empresas capacitadas a esse desafio;

b) Qualidade requerida para sua obra;

c)Tipos de funcionários necessários à execução dessa obra;

d) Os equipamentos necessários a essa obra

Uma breve consideração sobre esses problemas será feita adiante.

 a)     Empresas capacitadas a esse desafio :

Revista especializada com ranking de melhores e maiores empresas

Revista especializada com ranking de melhores e maiores empresas

As empresas dispostas a entrarem nesse desafio com você, são as que estão dispostas a assumirem riscos elevados. Essas obras, apenas pelo seu tamanho físico, já são grandes demais. E ainda que fossem obras repetitivas que não possuíssem riscos elevados, exigiram capital elevado para sua execução. Mas, o caso é que essas obras não são repetitivas e seus riscos não são nada usuais. Então, será preciso capital elevado e propensão a assunção de riscos elevados. Quais empresas podem encarar esse desafio? Apenas as maiores e melhores.

Daí, já começa uma grande diferença entre essas obras de grande porte e as obras convencionais padrões.

Caso esteja em alguma cidade agora, olhe a seu redor e veja quantos imóveis (prédios e casas) comuns existem. Olhe também, quantos quilômetros de rua existem (mesmo que esteja em algum lugar da área rural, alguma vez você que você for a alguma área urbana, repare).

Vista área de uma cidade urbana

Vista área de uma cidade urbana

São milhares de prédios e casas e quilômetros de asfalto.

Para a construção dessas edificações e ruas comuns existem também muitas empresas de engenharia e não se exige que elas tenham porte econômico elevado. São obras repetitivas e convencionais.

Os riscos inerentes a construção dessas obras são consideravelmente menores do que os necessários a execução de uma obra de grande porte. Daí a quantidade de empresas capazes de executá-las também ser bem maiores. Assim, para a construção de prédios e casas comuns, bem como estradas padrões, haverá muitas empresas, pequenas, médias e grandes.

E isso sem contar que a qualidade do produto final dessas obras convencionais em muitos casos estão longe do esperado para um produto com ausência de falhas.

b) Qualidade requerida de sua obra

Gráfico ilustrativo de qualidade requerida na obra x riscos envolvidos na mesma

Gráfico ilustrativo de qualidade requerida na obra x riscos envolvidos na mesma

A qualidade do produto final não pode ser negligenciada nas obras de grande porte. Sob pena de riscos elevadíssimos de desastres catastróficos físicos e ambientais.

Um pequeno buraco numa rua pode furar o pneu de um carro, um pequeno vazamento no seu apartamento vai lhe causar dor de cabeça, mas, não é possível imaginar qualquer falha, por menor que seja, na barragem da usina hidrelétrica de Três Gargantas na china.

Um vazamento nessa barragem adquiri proporções gigantescas com conseqüências graves para toda uma nação. É necessário tomar todas as medidas para evitar qualquer problema desse tipo. A execução desse tipo de obra exige um controle de qualidade muito mais elevado do que os padrões convencionais usuais.

Em termos de comparação de qualidade com obras convencionais, as quais, como já dito na introdução desse livro, são utilizadas para o banco de preços referenciais SINAPI, vê-se na reportagem abaixo (Tribunal Regional Federal, 4ª Região em 03/05/2013) sobre decisão judicial condenando a Caixa Econômica Federal a responder judicialmente por baixa qualidade de unidades habitacionais entregues através do programa “Minha Casa Minha Vida” (http://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&id_noticia=9076) que é de sua responsabilidade :

CEF deve responder judicialmente por defeitos em moradias do Minha Casa Minha Vida”

“A Caixa Econômica Federal (CEF) deverá responder judicialmente por defeitos na construção de imóveis adquiridos por meio do Programa Minha Casa Minha Vida. A decisão foi da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em julgamento realizado nesta semana.

Os quatro autores da ação são de Florianópolis e adquiriram casas pelo programa. Eles recorreram ao tribunal após o juízo de primeira instância declarar a CEF como parte ilegítima na ação em que denunciam vícios nas construções.”

Imóveis do Minha Casa, Minha Vida em Uberlândia (MG) têm problemas elétricos , rachaduras e infiltrações. (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/09/26/imoveis-do-minha-casa-minha-vida-tem-problemas-eletricos-rachaduras-e-infiltracoes-em-uberlandia-mg.htm)

Imóveis do Minha Casa, Minha Vida em Uberlândia (MG) têm problemas elétricos , rachaduras e infiltrações. (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/09/26/imoveis-do-minha-casa-minha-vida-tem-problemas-eletricos-rachaduras-e-infiltracoes-em-uberlandia-mg.htm)

Bem, essas obras habitacionais financiadas pela Caixa Econômica Federal é que fazem parte do banco de dados utilizados pelo SINAPI.

Em uma obra de grande porte, esses tipos de vícios de construção não podem, em hipótese alguma existir. E isso tem um custo que deve ser levado em conta para a execução dessa obra.

c) Tipos de funcionários necessários à execução dessa obra:

Engenheiro estudando projeto da obra em construção

Engenheiro estudando projeto da obra em construção

Os trabalhadores encarregados do trabalho braçal das obras convencionais e repetitivas executam tarefas simples, com riscos já exaustivamente calculados e mitigados devido à experiências anteriores. Sendo assim, pode-se dizer que as exigências de qualificação para mão-de-obra desse tipo de empreendimento são menores .

Em contrapartida, por exemplo, na construção do maior prédio do mundo em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (Burj Khalifa), uma obra de grande porte, o relato transcrito abaixo, de um dos encarregados de obra, traduz a diferença de exigência para os trabalhadores desse tipo de obra:

Maior edifício do Mundo – Burj Dubai

Maior edifício do Mundo – Burj Dubai

“- Para reparar 7 luzes no alto da torre que se encontravam com problemas, foi contratado um especialista em escalação de edifício em cordas de obras, um dos melhores do mundo. No entanto, enquanto estávamos subindo no prédio, no meio do caminho, ele me diz : “-Pare! Sinto muito. Não posso fazer esse serviço. É muito alto para mim”. Então, sem tempo para procurar outro, só restou a hipótese de eu mesmo fazer o serviço. Pendurado numa corda, a mais de 800 metros de altura. E foi o que fiz.” (resumo de trecho do programa televisivo da Discovey Chanel, Megaconstruções – o Burj Khalifa Bin Zayid, minutos 37 a 43 http://www.youtube.com/watch?v=34qPrGW2mWM).

Impossível imaginar que um funcionário que assuma riscos desse porte, e faça serviços que em nada são usuais possa ser remunerado da mesma forma que operários responsáveis por obras repetitivas convencionais e com riscos consideravelmente menores.

E ainda pior do que o exposto acima, mais uma vez tomando o exemplo do programa de governo do PAC, “Minha Casa Minha Vida”, financiado pela Caixa Econômica Federal, a reportagem abaixo da Agencia Brasil em 16/05/2012, sobre trabalho escravo nessas obras é preocupante sob o ponto de vista humano e social. E ainda, mostra o quão grave pode ser a comparação de patamares de preços de mão-de-obra nessas obras (lembrando que essas obras fazem parte do banco de preços do SINAPI), aí não só com obras de grande porte mas também, com obras que simplesmente cumpram às leis trabalhistas :

 “Aumento de trabalho escravo na construção civil preocupa MP

Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) mostram que casos de trabalhadores da construção civil flagrados em situação análoga à de escravidão vêm crescendo de “forma preocupante” no Estado de São Paulo. Apenas em 2012, nas operações que contaram com atuação do MPT, 140 pessoas foram encontradas nessa situação.

Em maio, fiscais do MTE flagraram 90 trabalhadores em condição análoga à de escravidão em uma obra do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, no município de Fernandópolis, também em SP. A empresa Geccom, responsável pelo empreendimento, foi autuada por diversas irregularidades, como jornada de trabalho de até 15 horas, emprego de trabalhadores sem registro em carteira, alojamentos em situação precária e falta de equipamentos de segurança.

De acordo com o procurador Gomes, com a “explosão do crédito imobiliário, especialmente devido a programas do governo federal, como o Minha Casa, Minha Vida, algumas construtoras buscam firmar o maior número de contratos possível, sem ter condições de realizar as obras.”  http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-16/aumento-de-trabalho-escravo-na-construcao-civil-preocupa-ministerio-publico

Essas condições de trabalho são inimagináveis em obras de grande porte, menos ainda em companhias de grande porte e responsabilidade social, como geralmente é o caso das empresas que costumam executá-las.

Portanto, é no mínimo necessário extremo cuidado ao comparar-se patamares de preços salariais com banco de dados que possam estar contaminados com situações que podem ser consideradas como trabalho escravo.

d) Os equipamentos necessários a essa obra :

 

Shield: equipamento mais conhecido como tatuzão - Trata-se de uma escavadeira gigante. (http://vejario.abril.com.br/especial/tatuzao-metro-683118.shtml)

Shield: equipamento mais conhecido como tatuzão – Trata-se de uma escavadeira gigante. (http://vejario.abril.com.br/especial/tatuzao-metro-683118.shtml)

Há também, de importância elevada nessas obras, os custos dos equipamentos. Sejam os equipamentos gigantes necessários a operação das unidades : turbinas, geradores, bombas, válvulas, tanques, esferas, etc., sejam os equipamentos gigantes necessários a execução das obras.

E pelo menos nos casos dos equipamentos para operação, são sempre equipamentos especialmente projetados para aquela especifica obra. Ou seja, são únicos.

Não raro, também existem equipamentos que são projetados e fabricados para a execução da obra especifica e depois, são inutilizados.

Preços desses equipamentos são mera estimativas. Por mais que se realize cotações anteriores a execução da obra e os fabricantes forneçam valores a eles, esses equipamentos, por serem tão especiais, seguem a velha lei da economia de mercado : oferta x demanda. E o maior poder de barganha estará com o lado da oferta. Afinal, você precisa do equipamento, caso não o consiga, simplesmente não haverá obra. E as poucas empresas capazes de fornecê-los podem ou não fazê-lo, isso depende do preço que sua empresa pagará a elas pelos mesmos.

Então, se do tempo que você cotou seus equipamentos para o tempo que você realmente decidiu adquiri-los houve uma mudança de condições de mercado, passando o ambiente para um estado de demanda mais aquecida, não resta duvida que os preços desses equipamentos serão mais elevados do que os inicialmente cotados. Em economia, chama-se esse situação de inflação de demanda.

Gráfico Oferta x Demanda , efeito do aquecimento na demanda ,  Peq eleva-se para Pi

Gráfico Oferta x Demanda , efeito do aquecimento na demanda , Peq eleva-se para Pi

Conclusões :

Vistos superficialmente a dinâmica desses quatro problemas iniciais, pode-se perceber que sua tarefa hipotética imaginada inicialmente (estudar a viabilidade técnica e econômica da execução de uma obra de grande porte para sua empresa) está longe de ser uma tarefa simples de executar.

Caso você subestime sua obra, seja economicamente, seja tecnicamente, seu empreendimento pode causar sérios problemas à sua empresa. Por outro lado, caso você superestime financeiramente sua obra, ela pode não sair do papel. E também nesse caso pode ser um desastre para sua empresa, pois uma concorrente pode chegar na frente e executar a obra que você julgou inviável e tomar o espaço que sua empresa buscava para si no mercado.

Enfim, a dinâmica da contratação dessas obras de grande porte é cercada de problemas nada usuais.

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Luiz Cláudio Estima

Luiz Estima, Engenheiro Civil Estrutural pela UFRJ, Economista pela UERJ, Economista e Engenheiro Civil da Petrobras, MBA em Economia e Gestão em Energia na COPPEAD. Também é diretor da científica Revista Amélia. É apaixonado por ciência.

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  • O Encontro (03 DEZ 2013) com a CEF, a propósito do andamento dos trabalhos do Novo SINAPI, promovido pela CBIC, SINDUSCON SP e APEOP possibilitou muitos entendimentos a respeito do reconhecido trabalho em curso (FDTE/USP), mas suscitando importantes questões, que a seguir se apresentam. O SINAPI será estruturado por Tabelas e Manual de Uso. O manual certamente vai tratar das premissas técnicas que deram suporte às composições. Vai tratar também do que foi ou não considerado na composição, em termos de itens ou serviços complementares, tais como: equipamentos auxiliares, preparos e outros. O conteúdo que nos parece o mais relevante é inserir o universo das composições de custos, no âmbito do processo de Formação do Preço. O que equivale apresentar as questões que se seguem.

    • O Manual vai orientar o uso do SINAPI, no sentido da Formação do Preço, que prevê ajustes de Engenharia nas composições estruturadas, caracterizando-as às especificidades do projeto, às condições locais de execução e aos requisitos de contratação?

    • O Manual vai orientar o uso, igualmente, para que as composições caracterizadas sejam ajustadas, aos impactos das contingências de execução, sobre a produtividade da mão de obra e a produção dos equipamentos?

    • O Manual vai orientar o usuário para que ele considere na formação do preço os Recursos Logísticos (distribuição, abastecimento, preparos, usinagens, montagens, além de canteiro e administração local e junto das frentes de serviços)?

    Nosso entendimento é que a operação e gestão, sobre o projeto do Novo SINAPI, trazem os primeiros resultados positivos e expectativas otimistas, quanto à conclusão e manutenção permanente do Sistema. Mas nosso entendimento é também que a nova tabela é parte da Formação do Preço, processo que identifica e particulariza a obra por meio de ajustes de caracterização e contingenciamento nas composições padronizadas. Esperamos que o Novo SINAPI, em seu Manual seja absolutamente transparente e esclarecedor, quanto aos seus atributos e limites de aplicação. À luz da Engenharia, como é possível que a Legislação e os agentes de Obras Públicas, ainda confundam tabelas referencias com Formação do Preço?

    Ou então …

    • Em detrimento da Engenharia e da Formação do Preço, vamos seguir aceitando que tabelas de custo padrão, que são referência de custos, sirvam para apontar indícios de irregularidades, incriminando agentes de obras públicas, paralisando obras, causando prejuízos para a Sociedade e abrindo espaço, para notícias alarmistas da imprensa leiga?

    • Em detrimento da Engenharia e da Formação do Preço, vamos seguir aceitando as referências de custos, como se fossem uma ferramenta de definição justa, representativa e segura, para a obtenção do custo de uma obra?

    • Em detrimento da Engenharia e da Formação do Preço, vamos seguir endossando o que de fato é uma zona de conforto, quando o momento e a Economia brasileira exigem uma grande transformação?

    Consulta enviada à CEF acerca do NOVO SINAPI

  • Luiz Cláudio Estima

    Luiz Freire, perfeitas suas colocações.
    Tenho duvidas se a CEF será capaz de responder suas indagações.
    E ainda mais importante que a própria CEF responder suas questões, seria que os orgãos de controle externo, entendessem as limitações inerentes de se adotar tabelas referenciais padrões à complexas obras de engenharia, sejam essas obras civis, industriais, ou qualquer outra.

  • Odair

    É um desafio!!!

  • DILMA

    No momento em que a constatação da fragilidade da infra estrutura do Brasil é tema corriqueiro, seu post é dos mais interessantes.
    Para reduzir o tempo e conseguirmos reverter esta situação de inferioridade em relação às outras nações é importantíssimo cuidar da mão de obra, em todas as suas faixas de salário e capacitação.
    Invertendo uma lógica apregoada pela indústria da moda, no caso das obras, menos é sempre MENOS.

  • Miryan assunção Martins

    Este texto deixou-me atenda em desafios que são meus objetivos e agradeceria ter a oportunidade de contacta- los , gostava imenso fazer parte deste grupo diferenciado. há muito que estou buscando desafios, ver Linkdin Miryan assunção Martins. Boas festas!!

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