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14 Princípios do Sistema Toyota de Produção

Stonner Comente 20.02.17 1927 Vizualizações Imprimir Enviar

14 Princípios do Sistema Toyota de Produção – vistos no mundo real:  o sistema Toyota de produção é um assunto badalado, mas, como em muitos tópicos sobre gestão, as referências carecem de mais exemplos práticos, do dia a dia das indústrias e da vida empresarial. Esta é a proposta desta série de artigos, propiciar uma visão prática da aplicação destes princípios, desenvolvidas pela Toyota a partir dos princípios de Deming.  Se você quiser ser notificado dos próximos artigos, cadastre seu e-mail aqui ao lado, em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

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Princípios do Sistema Toyota de Produção #1

Sistema Toyota de Produção - princípios

Sistema Toyota de Produção – 14 princípios

Apoie suas decisões de gerenciamento em uma filosofia de longo prazo, ainda que a custo de perdas financeiras de curto prazo.

Nossa cultura nos leva a buscar resultados imediatos, ao contrário da cultura oriental. Ainda mais quando envolve primeiro gastar, para depois colher.

O sistema Toyota de produção advoga que antes de ter rendimento financeiro nos negócios, a sua empresa tem que gerar valor: para a sociedade, para o usuário, para a economia. Você já pensou em quais os diferenciais de valor que seu produto ou serviço leva para o mercado, leva ao mundo? Além do que você faturou no mês, há algum outro resultado positivo do qual você possa se orgulhar? Pensar sobre isto o fará fugir do imediatismo e o levará a um modelo mais sólido de crescimento.

Princípios do Sistema Toyota de Produção #2

Crie um fluxo contínuo de processo que traga os problemas à tona.

Certamente você já chamou a atenção de algum funcionário por alguma tarefa mal realizada. Isto é bastante comum, e por vezes necessário. Mas você já se perguntou se a tarefa foi mal executada, ou se o processo estava mal configurado?

Além disto, seu empregado se sente confiante e à vontade para lhe mostrar falhas em algum processo de sua empresa? Lembre-se sempre de que seu funcionário é quem mais conhece sobre os processos, não é você, ainda que você os tenha criado.

Então, saia da defensiva e converse com sua equipe sobre as melhorias que eventualmente eles vislumbrem. Faça com que cada um tenha uma visão do todo, de como os processos fluem em sua empresa.

Princípios do Sistema Toyota de Produção #3

Sistema Toyota de Produção - Identidade Toyota

Sistema Toyota de Produção – identidade Toyota

Evite a superprodução, seja do produto final, como do produto intermediário.

Lembre-se, quem define o quanto deve ser produzido não é a sua expectativa, nem sua capacidade fabril. Quem define esta quantidade é o mercado, ou seja, o seu cliente. Ter produto excedente vai gerar inúmeros custos, como estocagem, eventual depreciação e perda do produto, ou no mínimo redução de seu valor de mercado.

Isto vale também para produtos intermediários em seus processos. Ajuste seus processos produtivos para que cada processo gere um fluxo de produtos intermediários justamente necessário para as etapas seguintes.

Curiosamente, Trevor Kletz, Guru da segurança industrial, faz a mesma recomendação (leia aqui), pelo viés de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.

Princípios do Sistema Toyota de Produção #4

Nivele a carga de trabalho (heijunka). (Trabalhe como a tartaruga, não como a lebre.)

A fábula da corrida entre a lebre e a tartaruga é famosa, e os japoneses o praticam! Dizem que no Brasil os baianos também, quando dizem “Devagar também é pressa”, e estão corretos.

Evitar sobrecarga, tanto às pessoas, como aos equipamentos e processos, é um meio de obter pessoas mais felizes e produtivas, assim como máquinas e equipamentos em melhor estado. Veja que este princípio se coaduna perfeitamente com o princípio #3.

Princípios do Sistema Toyota de Produção #5

Não pare para corrigir problemas, faça certo da primeira vez!

Conheço empresários que se vangloriam de ter um excelente controle de qualidade, assim como um excelente SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).

Observe que o ideal seria não ser necessário controlar a qualidade, pois não haveria defeitos. Esta é a meta a ser atingida quando se incorpora a qualidade na execução.

Assim como é um contrassenso ter um enorme e excelente serviço de atendimento ao consumidor, a menos que seja não para atender a reclamações, mas para outros fins.

E atualmente temos um vasto arsenal de técnicas e ferramentas disponíveis para reduzir as perdas, ou seja, incorporando a qualidade ao processo, e não como uma etapa posterior.

Estamos sempre buscando dicas e sugestões para Gerenciamento, Gerenciamento de Projetos, Gestão da Manutenção, envolvendo a Gestão do Conhecimento. Para manter-se informado sobre os próximos artigos, cadastre seu e-mail em Assine o Blogtek! SEU E-MAIL NÃO SERÁ USADO POR TERCEIROS.

 

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Stonner

Rodolfo Stonner, Engenheiro Mecânico pela UFRJ, atuou como Engenheiro de Equipamentos Sênior da Petrobras, e foi Gerente de Construção e Montagem das Obras Extramuros da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. Atualmente aposentado, é consultor e instrutor nas áreas de Gerenciamento de Projetos e Gestão da Manutenção, e está atuando com a Deloitte na implantação do PMO para a Refinaria de Talara, Peru. Gosta de lecionar, trocar experiências e conhecimentos, é certificado como PMP (Project Management Professional) e RMP (Risk Management Professional) pelo PMI, e CRE (Certified Reliability Engineer) pela ASQ.

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